• 0

Estrela irada

A estrela-do-mar é um animal invertebrado que vive apenas nos oceanos. Conheça um pouco mais sobre ela.

08/10/2013 - 08:43

ViaEPTV - ViaEPTV

Alterar o tamanho da letra A+ A A-


Divulgação
A história destes invertebrados começa há 600 milhões de anos, num período chamado Paleozoico

Das 20 mil espécies conhecidas, 13 mil já estão extintas. As outras 7 mil espécies estão distribuídas em todo o mundo. Como tem pequenos espinhos em volta de si, pertence a família dos Echinodermata  (echinos = espinhos e derma = pele). A história destes invertebrados começa há 600 milhões de anos, num período chamado Paleozoico. Já deu para sacar que são muito resistentes e pelo tanto que já viveram, viram muitas alterações climáticas e ambientais no nosso Planeta.  O que é mais irado nas estrelas-do-mar é o seu poder de regeneração. São bem parecidos com certos super-heróis que ao se machucarem conseguem se curar sozinhos. Existem algumas espécies que se regeneram por inteiro a partir de um único braço. É demais, não é mesmo? Gasta muito pouca energia para caçar, respirar e se mover o que a faz viver bastante. No Aquário Nacional do Canadá existem estrelas- do-mar com mais de 35 anos! Por isso, vale mais a pena deixar a estrela-do-mar viva na natureza onde pode ser útil ao ecossistema em que vive, do que sem vida, decorando aquários ou paredes.

Curiosidades

Das várias espécies existentes, as mais comuns têm o corpo composto por um disco central, onde está a boca e os braços com 5 pontas (formação pentagonal). Porém, acredite: umas chegam a ter 40 braços!

As estrelas menores têm 2 cm de diâmetro e as maiores até 1 metro.

Alimentam-se de detritos marinhos, plantas e animais, sendo, por isso, consideradas um ser onívoro. Outros petiscos que ela aprecia são caranguejos e corais.  Ainda existem aquelas que comem peixes e outros invertebrados mortos.

Elas possuem pequenas ventosas em seus “pés”  que ajudam a estrela se fixar e abrir conchas.

As estrelas-do-mar não possuem cérebro, mas sim um sistema nervoso primário centralizado que  tem órgãos sensoriais muito espertos, o que a permite detectar luz e calor, sentindo o ambiente por todos os lados.

SAIBA +
A matéria completa você encontra na revista TERRA DA GENTE, número 34, fevereiro/2007.
 


 
Mais Notícias